“Escrevo para tirar de mim os pensamentos soltos, para me organizar. Escrevo para não gritar o que sinto, até mesmo para não chorar, escrevo para tentar me entender, para entender o que passa na minha cabeça, no meu coração, escrevendo pensando nas pessoas que amo… Penso no que pode vir, no que não foi, o que foi e o que poderia ter sido. Erro, como humana que sou, sinto demais não porque sou boba, mas porque sinto em um mundo sem sensibilidade, amo, amo muito, como uma criança que vê um arco-íris pela primeira vez, me maravilho com as pequenas coisas, sou incerta, insana, louca em um rosto calmo. Escrevo para tirar a selvageria do meu coração, para acalenta-lo. Escrevo o que sou, o que penso, sinto e tenho em mim, não peço que leiam ou que gostem, já é bom o suficiente escrever.”

“Escrevo para tirar de mim os pensamentos soltos, para me organizar. Escrevo para não gritar o que sinto, até mesmo para não chorar, escrevo para tentar me entender, para entender o que passa na minha cabeça, no meu coração, escrevendo pensando nas pessoas que amo… Penso no que pode vir, no que não foi, o que foi e o que poderia ter sido. Erro, como humana que sou, sinto demais não porque sou boba, mas porque sinto em um mundo sem sensibilidade, amo, amo muito, como uma criança que vê um arco-íris pela primeira vez, me maravilho com as pequenas coisas, sou incerta, insana, louca em um rosto calmo. Escrevo para tirar a selvageria do meu coração, para acalenta-lo. Escrevo o que sou, o que penso, sinto e tenho em mim, não peço que leiam ou que gostem, já é bom o suficiente escrever.”

“O que é verdadeiro encanta, emociona, fascina e dá medo. É, medo. Medo de que acabe antes do que se espera, antes de poder provar o gostinho da felicidade do que é sincero, medo de perder a oportunidade de se mostrar de verdade, de se entregar. É estranho perceber que sua felicidade às vezes depende da veracidade de uma palavra ou de um gesto, da sinceridade de um ato. Mas é bom saber o quanto precisamos disso, o quanto devemos isso, aos outros e a nós mesmos.”

“O que é verdadeiro encanta, emociona, fascina e dá medo. É, medo. Medo de que acabe antes do que se espera, antes de poder provar o gostinho da felicidade do que é sincero, medo de perder a oportunidade de se mostrar de verdade, de se entregar. É estranho perceber que sua felicidade às vezes depende da veracidade de uma palavra ou de um gesto, da sinceridade de um ato. Mas é bom saber o quanto precisamos disso, o quanto devemos isso, aos outros e a nós mesmos.”

“Ninguém, ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta, o amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão, o verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar, ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano, isso são só referenciais, ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca, ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.”

“Ninguém, ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta, o amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão, o verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar, ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano, isso são só referenciais, ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca, ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.”

“Ela pensava nele o dia inteiro, ela gostava de vê-lo sorrir. Ele era totalmente louco por aquela garota, sonhava com ela todas as noites, e disfarçava isso com uma brincadeira irônica qualquer. E todos, definitivamente todos, sabiam que eram feitos um para o outro.”

“Ela pensava nele o dia inteiro, ela gostava de vê-lo sorrir. Ele era totalmente louco por aquela garota, sonhava com ela todas as noites, e disfarçava isso com uma brincadeira irônica qualquer. E todos, definitivamente todos, sabiam que eram feitos um para o outro.”

“Ter você, é necessário assim como o céu ter as estrelas, assim como viver num sonho que nunca se quer acordar… Porque, por mais que eu possa desejar é só ao seu lado que quero estar.”

“Ter você, é necessário assim como o céu ter as estrelas, assim como viver num sonho que nunca se quer acordar… Porque, por mais que eu possa desejar é só ao seu lado que quero estar.”

“Se não fosse amor, não haveria planos, nem vontades, nem ciúmes, nem coração magoado. Se não fosse amor, não haveria desejo, nem o medo da solidão. Se não fosse amor não haveria saudade, nem o meu pensamento o tempo todo em você.” (Caio Fernando Abreu)

“Se não fosse amor, não haveria planos, nem vontades, nem ciúmes, nem coração magoado. Se não fosse amor, não haveria desejo, nem o medo da solidão. Se não fosse amor não haveria saudade, nem o meu pensamento o tempo todo em você.” (Caio Fernando Abreu)

“Quando a lembrança dos gestos, das palavras, tornam-se constantes em nossos corações; quando querer sentir a pele, o cheiro, formam uma angústia por só termos a lembrança naquele momento; quando os momentos, alegres ou não tão alegres assim, só fizerem sentido ao serem compartilhados; quando descobrir que a felicidade existe na felicidade do outro… enfim, quando tudo isso acontecer, você estará amando.”

“Quando a lembrança dos gestos, das palavras, tornam-se constantes em nossos corações; quando querer sentir a pele, o cheiro, formam uma angústia por só termos a lembrança naquele momento; quando os momentos, alegres ou não tão alegres assim, só fizerem sentido ao serem compartilhados; quando descobrir que a felicidade existe na felicidade do outro… enfim, quando tudo isso acontecer, você estará amando.”

“Sensibilidade. Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa sensação, de vez em quando, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói se sentir ferido.”

“Sensibilidade. Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Muita. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa sensação, de vez em quando, de ser estrangeiro e não saber falar o idioma local, de ser meio ET, uma espécie de sobrevivente de uma civilização extinta. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Esse melindre de ferir por saber, com nitidez, como dói se sentir ferido.”

“Minhas mãos, foram feitas de um jeito que só as suas vão se encaixar perfeitamente nelas.”

“Minhas mãos, foram feitas de um jeito que só as suas vão se encaixar perfeitamente nelas.”

“Muitas vezes fui acusado de ser um romântico incurável, sem esperança. Não o nego, mas não vejo nisso uma falha. Pelo contrário, considero uma vantagem. O amor mostrou-me o caminho para uma vida mais interessante, mais plena e mais admirável. E ainda me deixo conduzir pelo coração”.

“Muitas vezes fui acusado de ser um romântico incurável, sem esperança. Não o nego, mas não vejo nisso uma falha. Pelo contrário, considero uma vantagem. O amor mostrou-me o caminho para uma vida mais interessante, mais plena e mais admirável. E ainda me deixo conduzir pelo coração”.